sábado, 29 de maio de 2010

ELEIÇÕES CATABA 2010

MOTUMBÁ AXÉ.



EDITAL DE ELEIÇÃO



O Presidente da Casa de Tradição e Cultura Afro-brasileira de Minas Gerais - CATABA - MG convoca todos/as associados/as a comparecer à ASSEMBLÉIA GERAL, que elegerá a nova diretoria da entidade, para o quadriênio 2010/2014, dia 27 de Junho de 2010 (Domingo), às 16h, na Av. Dulce Geralda Diniz, nº 260, bairro Quintas Coloniais – Contagem MG.  

Contagem, 28 de maio, de 2010.

Erisvaldo Perreira dos Santos
Presidente
Casa de Tradição e Cultura Afro-brasileira de Minas Gerais CATABA MG


Ekéjì Luciana D'Oxum/ Ekéjì D" Ogum
Assessoria de Comunicação.
Babá Mejeuí Erisvaldo D' Ogum.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

"Formação de professores e religiões de matrizes africanas: um diálogo necessário.


Motumbá Axé!




È com alegria, que apresentamos a vocês, este belíssimo trabalho de Babá Mejeuí Erisvaldo D" Ogum e Professor Doutor em Educação, atualmente é professor Adjunto II no departamento de Educação da Univesidade Federal de Ouro Preto, onde é coordenador do Grupo de Pesquisas Formação de Professores e relações Ètnico- Raciais- CNPq.
Formação de professores e religiõesde matrizes africanas; um diálogo necessário, vem contribuir nos diálogos  sobre a implementação da lei 10.639/03, principalmente no que tange ás discussões sobre intolerância religiosa, que no interior das escolas perpassa pelo vazio discurso de ' somos todos iguais". O que em tempos atuais, sabemos que tal afirmação, não cabe mais. Vivemos uma época onde negros, indígenas, mulheres, homossexuais, idosos, religiosos, lutam por dignidade e respeito ás suas especificidades. Porém a escola, ainda não deu conta de contextualizar tanta diversidade. São disputas de poderes, quem ficará com a maior fatia do bolo? Discutir direitos e deveres, é discutir a "divisão do bolo."
Babá Mejeuí Erisvaldo D' Ogum, em seu livro, faz esta discussão com sabedoria e o mais interessante é que é apresentado ao leitor a filosofia da religião do Candomblé, a compreensão sobre Deus e as divindades, o Axé, o ser e o estar nesta experiência comunitária e perpassando historicamente em um contexto sobre as formas como a religião é compreendida e discriminada e o papel da Igreja Católica e demais religiões neo- petencostais. De fato, não é uma discussão fácil mas é imprescindível, principalmente que a mesma, parta do interior das escolas. A temática sobre intolerância religiosa e cultura de matriz africana deve ser tratada como uma questão de todos, para que possamos viver com respeito e não continuarmos a reproduzir o refrão da música " As Querelas do Brasil" de Maurício Tapajós, Aldir Blanc.  " O Brasil não conhece o Brasil/ O Brasil nunca foi o Brasil/ O Brasil não merece o Brasil/ O Brasil tá matando o Brasil".


Esperamos que todos possam ler este bonito trabalho de Babá Mejeuí, Erisvaldo D'Ogum,que fala não somente de sua experiência e percepção enquanto Babalorixá e Educador, mas sim de um cidadão Brasileiro preocupado em contribuir com o desenvolvimento da educação em seu âmbito maior, que é o direito ao pertecimento, seja em qualquer cultura.




Axé!
Ekéjí  Luciana D' Oxum/ Ekéjí D' Ogum.
assessoria de comunicação.






Babá Mejeuí Erisvaldo D' Ogum


    domingo, 28 de março de 2010

    DIVULGAÇÃO - EXPOSIÇÃO ORIKI PRA VER, OUVIR E SENTIR-ANTÔNIO SÉRGIO MOREIRA

    MOTUMBÁ AXÉ
    A Exposição/Livro "Objeto/Oriki: corpus e habitus = arte 

         ORIKI PARA VER, OUVIR, SENTIR . . .

    “O universo cultural artístico, mítico/religioso africano e afro-brasileiro faz parte das minhas pesquisas a mais de vinte anos.  Escolhi a religião Nagô de culto aos orixás como meu campo de pesquisa, colhi ao longo dos anos diversos conhecimentos com valores imensuráveis, identificado como patrimônio cultural; ora imaterial (universo da oralidade) no outro material (universo de objetos impregnados de ancestralidade e memória)”. ASM

    A Exposição/Livro "Objeto/Oriki: corpus e habitus = arte reúne imagens/sínteses, textos, e formas que traduzem texturas, cores; histórias agregadas que aproximam os sentimentos ancestrais nesta permanente        “re-atualização” do mundo.
    Nessa visão totalizadora de vida/morte e de natureza/homem, cada palavra ganha uma dimensão liberta do papel, da folha, do livro, do objeto.
    Ao falar o oriki, o som e tudo que nele habita, recupera-se a memória remota que se une as memórias recentes, atualizando o sentimento humano para o sagrado.
    O oriki fala de um texto geral, seja em que língua for, pois, os textos estão em todos os lugares, no mercado, na rua.   Onde o orum move o ayê e se revela no nosso cotidiano.  

    Artista plástico: Antônio Sérgio Moreira, Belo Horizonte.
    Curadoria: Raul Lody
    Obras: Dezoito trabalhos em técnica mista sobre tecido.
    Exposição: Abertura 09 de abril
    Período: 08 à 30 de abril de 2010.
    Local: Centro Cultural da UFMG



    AGUARDAMOS VOCÊS!
    AXÉ.


    BABÁ MEJEUÍ ERISVALDO D"OGUM
    ÉKÉJÍ FLÁVIA D'OXAGUIAN






    ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
    EKÈJÍ  LUCIANA D'OXUM

    domingo, 21 de março de 2010

    Nova imagem/Errata


    Devido a um erro técnico, divulgamos novamente a imagem do convite.


    Assessoria de Comunicação
    Ekéjì Luciana D'Oxum
    (31 3396 0718)
    (31 8732 02 03)

    10ª FEIJOADA D'OGUM


    MOTUMBÁ AXÉ!



    È com alegria que eu, Babalaxé Erisvaldo D'Ogum e meus filhos, convidamos, você e sua família a confraternizar conosco, o axé do Rei Ogum.
    Contamos com sua presença!
    Axé!

    Babá Mejeuí Erisvaldo D'Ogum
    Ekéjì Flávia D'Oxaguian


    Assessoria de Comunicação
    Ekéjì Luciana D"Oxum
    (31) 3396 07 18
    (31) 8732 02 03


    Apoio:
    Oduduwá criações.

    domingo, 14 de março de 2010

    Dia de Oxum se torna patrimônio imaterial do Rio

    Motumbá Axé!


    Data comemorada em 8 de dezembro reverencia a figura de um orixá
    Do R7, no Rio
    • Texto: 
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    O Dia de Oxum passou a ser considerado patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. A determinação é da Lei 5.650/10, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo desta sexta-feira (5).
    A data, comemorada anualmente no dia 8 de dezembro, reverencia a figura de um orixá dos cultos afrobrasileiros.
    De autoria do deputado Átila Nunes (PSL), a nova norma determina que os festejos deverão ser programados e realizados pelas secretarias de Turismo e Ciência e Cultura e incluídos no calendário oficial e turístico do Estado.

    - A finalidade principal desta lei é reconhecer, oficialmente, essa manifestação religiosa realizada há mais de 300 anos em nossa cidade, trazida pelos afrodescendentes que aqui chegaram como escravos, trazendo suas tradições e cultura. É um patrimônio vivo, dinâmico e um bem cultural intangível do povo fluminense.
    Segundo Átila Nunes, Oxum controla a fecundidade.
    - A maternidade é sua grande força. O orixá ama as crianças, protege a vida e tem funções de cura. É também a orixá do ouro, riqueza e do amor, se destacando pela jovialidade e beleza.
    Átila Nunes é autor de vários projetos de lei tornando os orixás em patrimônios imateriais, como Nanã (também aprovado), Ogum, Oxosse, Xangô, Inhaçã, Iemanjá, Ossanha, Obaluaiê-Omulu, Oxalá, além dos Pretos Velhos, entre outros.

     (Nosso parecer...)

    Penso ser de grande valia tal lei, principalmente em momentos  de discussão, sobre intolerância religiosa e implementação da lei 10.639/03. Tal lei, disfolcloriza manifestações da cultura de matriz africana,reconhecendo-a como patrimônio cultural imaterial.
    Sim, este é mais um avanço deste governo com relação á Política de Promoção da Igualdade Racial, que já instituiu o dia 20 de Novembro, dia Nacional da Consciência Negra como feriado estadual.
    Nosso desejo, é que, os bons fluídos destas iniciativasse espalhem por todo país, desta forma, de fato, contribuiremos com a promoção do respeito  da igualdade entre os diversos povos e culturas que construiram esta nação.
    Luciana D"Oxum/ Ekéjì D" Ogum

    AXé!

    Babá Mejeuí Erisvaldo D'Ogum
    Ekéjì Flávia D' Oxaguian

    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

    Odò ìyá! Ibá Orixá!

     
    Motumbá Axé!


    ORÍKÌ


    Yemojá Olókun
    Olómú aguìsi
    Ìyá mi la Kèsan
    Olòwò orí mi
    Yemojá àgbódò dáhun ire

    Senhora do mar
    famosa pelos seios grandes
    Minha mãe elegante
    Dona da minha cabeça
    Dentro das águas responde com o bem



    Yemonjá  a tó f' ara ti bi oké
    Bi o ni jó lè jó oní Yemonjá 
    Àyaba ti gbé ibú omi.

    Firme como a montanha
    Ninguém consegue dançar  como o povo dela.
    Rainha que anda nas profundezas das águas.


    Ìyá odò  si omo gbè Ki ènyinàwa orò.

    Ìyá odò  si omo gbè Ki ènyinàwa orò.

    Mãe do rio que sustenta os filhos, cumprimentamos
    A vós que sois para nós sagrada.

    Iyemanjá nos cubra com sua energia purificadora! - Que esta grande Mãe leve para o fundo do mar a inveja e dê resignação aos invejosos!

    Axé!
    Babá Mejeuí Erisvaldo D'Ogum
    Equede Flávia D"Oxaguian

    Assessoria de Comunicação
    Luciana D'Oxum/Equede do Ilê Axé Ogum Funmilayô.